Se aquilo que vais dizer é desnecessário, não tens a certeza se está correcto, não é pertinente ou não adianta absolutamente nada àquilo que está a ser dado, e mesmo assim insistes em dizê-lo em voz alta na sala de aula, fazendo os demais perderem tempo precioso que poderia ser utilizado a ouvir quem sabe falar sobre o que realmente interessa, és estúpido, és idiota e eu odeio-te.
É isso e é aquele anormal que existe sempre em todas as turmas do “professor não compreendo/entendo”.
Ele senta-se sempre nas duas primeiras filas e é conhecido por interromper as aulas no mínimo 30 vezes sempre com as palavras “não entendi” ou “não compreendi”. Ter uma dúvida, é normal e aceitável, ter 40 dúvidas na mesma aula sobre a mesma matéria é anormal e mata de tédio toda a gente que lá está a tentar aprender alguma merda. E depois são dúvidas que nem deviam ser dúvidas, são coisas que alguém com o QI de uma anta conseguiria chegar lá.
Aliás, imaginem o seguinte caso prático em que um professor está a tentar falar sobre bananas:
Professor: Então é um fruto amarelo que se descasca, cultivado em zonas tropicais…
Atrasado mental com o braço no ar: Oh professor, eu não estou a entender, é um fruto? É amarelo?
Professor repete novamente e prossegue: É um fruto que dá para comer em tartes e...
Atrasado mental: Oh professor, surgiu-me aqui uma dúvida, o fruto não pode ser vermelho?
Professor: Não, é…
Atrasado mental: Ah é que sabe, o ano passado nós demos na cadeira da professora, (agora entra aqui outra característica comum a estes anormais, eles sabem sempre os nomes completos dos professores, nem que estes tenham 8 nomes, e isto é uma técnica que eles utilizam frequentemente para emputecer ainda mais quem está a ouvir) Manuela Maria Francisca Assunção das Torres Correia, e ela disse-nos que tudo depende da perspectiva com que estamos a analisar. Neste caso o fruto podia ser vermelho e ter caroço porque diferentes autores analisam de diferente perspectiva as diferentes coisas…
É UMA BANANA, FOUDASSE!!
Eu não sei qual é o objectivo desta gente, se é burrice pura, se é um défice de atenção qualquer, ou se de facto eles acreditam mesmo que interromper um professor 34555 vezes com merdas que não interessam a ninguém lhes vai valorizar alguma coisa...
Sério, eu até nem sou uma pessoa violenta mas às vezes dá-me vontade de me levantar e lhes arrancar os olhos com uma chave de boca...
quarta-feira, setembro 26
quinta-feira, setembro 13
Toca a responder aos meus adoráveis sociopatas todos.
Este titulo ficou demasiado meloso, mas vamos a isto:
Catarina: Queres ser minha amiga? :)
Curioso, descobri que não sei como responder a isto, mas vamos lá…
Hoje em dia é tão complicado fazer amigos, eu lembro-me de quando era criança e íamos passar férias de verão, por exemplo, e chegávamos à praia no primeiro dia e vinham logo de lá 3 ou 4 miúdos que perguntavam: “Queres ser minha amiga?”. Era responder que sim e tínhamos ali amigos verdadeiros para o resto das férias.
Tenho sincera pena que quando cresçamos as coisas acabem por se complicar tanto, porque precisamos mais de gente para nos ajudar a carregar o nosso baldinho com água agora.
Victória Esseker: Apoias o Obama nestas eleições?
Meh, eu acho que ele não necessita muito do meu apoio, contudo não acho que ele esteja a fazer um mau trabalho por isso, sim.
Anónimo: Achas que tens uma personalidade difícil de lidar?
Talvez, sei o que quero e isso às vezes torna-se complicado de gerir com os outros, mas também regra geral não lido com muitas pessoas, não há grandes queixas.
Su: Qual é o teu pior defeito?
Penso demasiado.
SENI: Não é que isto seja uma pergunta, mas o teu visual não tem NADA a ver com a personalidade que demonstras aqui e na página do fb.
Isto é uma pergunta normal da sociedade de estereótipos em que vivemos, supostamente a minha personalidade deveria espelhar-se nas roupas que uso, é isso? Não percebo a pergunta.
Mas já não é a primeira vez que gente do blog me conhece na vida real e me diz coisas como “Pensei que tivesses a voz mais grossa” ou “Nunca pensei que te vestisses de forma tão feminina”. O que me leva a crer que a imagem que deixo passar provavelmente seja altamente machona, mas enfim.
Anónimo: A minha net tem tráfego ilimitado e já atingi os 90% de plafond. Achas que vou conseguir fazer o download do meu horário?
Acho que não, há dias aconteceu-me algo parecido com a internet do telemóvel e não deu.
Anónimo disse: Gostas de Smiths?
“Oh… I Love The Smiths”
Mas gosto mesmo e há muitos anos, não acho só piada à “there's a light that never goes out” e à “please please please let me get what i want” por causa do filme da Summer.
Anónimo: Porque é que os morangos com açúcar nunca mais acabam? E serei a única que não suporta o Glee? Seja ele versão original ou aportuguesada..
Oh Anónimo nrº 367989, o último episódio é já no sábado, não terás de ver muito mais (sim porque há aquela máxima do “Se não gostas porque é que vês?” quando nós sabemos perfeitamente que ser mau não é condição sine qua non para se deixar de ver seja o que for).
Quando ao Glee, passei os olhos pela primeira temporada, não me prendeu. E regra geral acho que elas arruínam muita música boa com aqueles covers ordinários.
filipa's: Gostas de ser pessoa?
Sim. Claro que me poderia colar às respostas feitas do “preferia ser um gato” ou “preferia ser um cão”, mas eu detesto pêlos e se fores uma pessoa com princípios e fizeres boas escolhas, ser pessoa é das melhores coisas que existem.
Anónimo: Já viste o filme Submarine?
Vi o filme com legendas em inglês há imenso tempo, logo quando saiu. "my name is Oliver Tate"
Anónimo: O que achas do anarquismo?
Bom.
POC: Num prego, colocas mostarda ou ketchup?
Mostarda, detesto ketchup.
A.V: E se a tua vida fosse como um filme? Com uma banda sonora óptima! Achas que muitos dos problemas iriam desaparecer ou simplesmente ficariam piores? Continuação de bom trabalho ^^
A música melhora tudo, não é verdade? Mas cabe a nós tornarmos os problemas mais ligeiros e não levar tudo tão a sério.
Alice: Tenho um vicio: colecionar livros. Isso torna-me uma pessoa deprimente e estranha ou culta e interessante?
Não são os vícios que te transformam seja no que for, a menos que sejas viciado em heroína, porque isso provavelmente torna-te num drogado, mas conheço gente que colecciona livros e que é deprimente e conheço gente que o faz e que é interessante, uma coisa não condiciona a outra. Eu por exemplo leio 3 livros por mês e não creio que tal coisa me torne mais interessante.
Clementine: Senão vivesses em Portugal, onde querias viver?
Seul.
Anónimo: A escola começa amanhâ, o que achas que deva usar??
O cérebro.
Graça Gonçalves: A SENI disse exatamente o que penso desde que leio este blog. A tua escrita não tem nada a ver com a tua imagem. Nadinha! É que nas fotografias pareces uma menina de 13/14 anos. Uma pita!
Eu creio que a SENI não se estava a referir ao facto de eu parecer nova, quer dizer, não faço ideia, mas isso é bom, creio. Eu acho que ensinavam em crianças a não se deixarem levar pelas aparências, certo?
Anónimo: Achas que devo acabar a minha actual relação?
Se estás a colocar esta questão é porque as coisas não estão bem, se as coisas não estão bem e não estás feliz, acaba. Há gente que se atrela anos a relações que não valem nada porque temem ficar sozinhas ou acham que nunca mais vai aparecer alguém. Eu acho o contrário, quanto mais tempo estiveres presa a algo que não te completa, é tempo que perdes com quem o fará.
Agora senti-me a Maya.
Marisa: Preferias ter a pele azul (mas não azul tipo Smurf, um azul acinzentado com ar de fungo exótico) ou casar-te com o Passos coelho?
Eu gosto de azul, sabes.
Carla M: Com a crise que vai por aí, emigrar é uma possibilidade para ti?
Sim. Já o é há alguns anos.
Anónimo: murder não é propriamente uma pergunta q te quero fazer, mas tenho saudades das coisas q escrevias, adora vir ao pc, e vir ao teu blog..agora não páras muito por aqui, e estás mais ligada ao facebook, porquê que mudas-te? :((
Não sei, acho que não tenho tido tanto tempo para escrever e no FB as coisa tornam-se mais fáceis, uma vez que o actualizo com uma certa facilidade pelo telemóvel. Mas ainda não abandonei isto, okay?
Anónimo: Porque te armas em antisocial quando tens um ar de anjinha?
Porque uma coisa não tem de facto a ver com a outra, a minha falta de skills sociais não se espelha no meu aspecto.
Anónimo: Qual foi a média de secundário que tives-te?
16.9
Nês: E em relação a esta crise toda (de valores e económica) qual a tua posição?
A minha posição é que desisti de falar sobre politica, é algo que entristece toda a gente, não o voltarei a fazer, nem aqui nem no FB.
Enfant Terrible: Se a Miss Murder tivesse licença para matar, mas apenas uma bala para usar, quem seria o alvo?
Porquê só uma bala? A morte com um tiro torna-se praticamente indolor, se só tiveres uma bala então, quase nem podes ver a pessoa a esvair em sangue à tua frente, porque não uma motosserra?
Miúda: Já tiraste a carta?
Não. Entretanto passou o prazo entre o código e a condução e tenho de tirar tudo outra vez, eu até que acredito no destino por isso creio que seja melhor só me meterem a carta na mão quando souber de facto conduzir. E já agora, também dormes com quem queres e fazes o que te apetece?
Pipoca Mais Picante: Qual é o sentido da vida?
A piada está em não encontrarmos qual o sentido, right? Mas tenho para mim que cada qual encontra o seu próprio sentido ao longo do caminho.
$hort: Qual a personagem - real ou fictícia - que mais te fascina?
Himura Kenshin, embora também goste do Spiderman
dom: O que te aconteceu de tão mau para tratares com tanta indiferença e por vezes insensibilidade a certas situações que tens que lidar com algumas pessoas ao teu redor?
Esta pergunta não está lá muito bem formulada, mas vou tentar responder o melhor possível. Vamos lá a ver, uma coisa é tratar com insensibilidade e outra, completamente diferente, é não dar confiança. Eu não dou confiança. E não porque me tenha acontecido algo no passado que me leve a desconfiar dos outros, simplesmente não sou muita “dada”.
Anónimo: Tens dupla personalidade ou algo do género? Es uma pessoa completamente diferente do que transmites neste blog?
Não, a dupla personalidade é uma patologia altamente grave, as pessoas agora porque têm acesso à Internet acham que toda a gente é bipolar e com dupla personalidade e diagnosticam-se umas às outras com esquizofrenia é hilariante.
Mas não, sou praticamente igual, claro que no dia-a-dia não me posso comportar com tanta “frontalidade”, (não encontro palavra melhor) quanto o faço num blog. E obviamente que nem posso tratar tudo tão na brincadeira, isto é um blog a minha vida tento-a levar um bocado mais a sério, não muito, mas consideravelmente.
Bandida: Vais fingir que não viste o meu comentário e eu vou fingir que não vi o teu a dizer que já chegava e vou fazer a questão, ok? :P Quais são os teus "guilty pleasures"?
Vá, tiveste piada, e os meus guilty pleasures, focam-se principalmente em ouvir música da que não interessa a ninguém e comprar coisas que não servem realmente para nada.
Ham, tenho de fazer isto mais vezes que até é giro.
Catarina: Queres ser minha amiga? :)
Curioso, descobri que não sei como responder a isto, mas vamos lá…
Hoje em dia é tão complicado fazer amigos, eu lembro-me de quando era criança e íamos passar férias de verão, por exemplo, e chegávamos à praia no primeiro dia e vinham logo de lá 3 ou 4 miúdos que perguntavam: “Queres ser minha amiga?”. Era responder que sim e tínhamos ali amigos verdadeiros para o resto das férias.
Tenho sincera pena que quando cresçamos as coisas acabem por se complicar tanto, porque precisamos mais de gente para nos ajudar a carregar o nosso baldinho com água agora.
Victória Esseker: Apoias o Obama nestas eleições?
Meh, eu acho que ele não necessita muito do meu apoio, contudo não acho que ele esteja a fazer um mau trabalho por isso, sim.
Anónimo: Achas que tens uma personalidade difícil de lidar?
Talvez, sei o que quero e isso às vezes torna-se complicado de gerir com os outros, mas também regra geral não lido com muitas pessoas, não há grandes queixas.
Su: Qual é o teu pior defeito?
Penso demasiado.
SENI: Não é que isto seja uma pergunta, mas o teu visual não tem NADA a ver com a personalidade que demonstras aqui e na página do fb.
Isto é uma pergunta normal da sociedade de estereótipos em que vivemos, supostamente a minha personalidade deveria espelhar-se nas roupas que uso, é isso? Não percebo a pergunta.
Mas já não é a primeira vez que gente do blog me conhece na vida real e me diz coisas como “Pensei que tivesses a voz mais grossa” ou “Nunca pensei que te vestisses de forma tão feminina”. O que me leva a crer que a imagem que deixo passar provavelmente seja altamente machona, mas enfim.
Anónimo: A minha net tem tráfego ilimitado e já atingi os 90% de plafond. Achas que vou conseguir fazer o download do meu horário?
Acho que não, há dias aconteceu-me algo parecido com a internet do telemóvel e não deu.
Anónimo disse: Gostas de Smiths?
“Oh… I Love The Smiths”
Mas gosto mesmo e há muitos anos, não acho só piada à “there's a light that never goes out” e à “please please please let me get what i want” por causa do filme da Summer.
Anónimo: Porque é que os morangos com açúcar nunca mais acabam? E serei a única que não suporta o Glee? Seja ele versão original ou aportuguesada..
Oh Anónimo nrº 367989, o último episódio é já no sábado, não terás de ver muito mais (sim porque há aquela máxima do “Se não gostas porque é que vês?” quando nós sabemos perfeitamente que ser mau não é condição sine qua non para se deixar de ver seja o que for).
Quando ao Glee, passei os olhos pela primeira temporada, não me prendeu. E regra geral acho que elas arruínam muita música boa com aqueles covers ordinários.
filipa's: Gostas de ser pessoa?
Sim. Claro que me poderia colar às respostas feitas do “preferia ser um gato” ou “preferia ser um cão”, mas eu detesto pêlos e se fores uma pessoa com princípios e fizeres boas escolhas, ser pessoa é das melhores coisas que existem.
Anónimo: Já viste o filme Submarine?
Vi o filme com legendas em inglês há imenso tempo, logo quando saiu. "my name is Oliver Tate"
Anónimo: O que achas do anarquismo?
Bom.
POC: Num prego, colocas mostarda ou ketchup?
Mostarda, detesto ketchup.
A.V: E se a tua vida fosse como um filme? Com uma banda sonora óptima! Achas que muitos dos problemas iriam desaparecer ou simplesmente ficariam piores? Continuação de bom trabalho ^^
A música melhora tudo, não é verdade? Mas cabe a nós tornarmos os problemas mais ligeiros e não levar tudo tão a sério.
Alice: Tenho um vicio: colecionar livros. Isso torna-me uma pessoa deprimente e estranha ou culta e interessante?
Não são os vícios que te transformam seja no que for, a menos que sejas viciado em heroína, porque isso provavelmente torna-te num drogado, mas conheço gente que colecciona livros e que é deprimente e conheço gente que o faz e que é interessante, uma coisa não condiciona a outra. Eu por exemplo leio 3 livros por mês e não creio que tal coisa me torne mais interessante.
Clementine: Senão vivesses em Portugal, onde querias viver?
Seul.
Anónimo: A escola começa amanhâ, o que achas que deva usar??
O cérebro.
Graça Gonçalves: A SENI disse exatamente o que penso desde que leio este blog. A tua escrita não tem nada a ver com a tua imagem. Nadinha! É que nas fotografias pareces uma menina de 13/14 anos. Uma pita!
Eu creio que a SENI não se estava a referir ao facto de eu parecer nova, quer dizer, não faço ideia, mas isso é bom, creio. Eu acho que ensinavam em crianças a não se deixarem levar pelas aparências, certo?
Anónimo: Achas que devo acabar a minha actual relação?
Se estás a colocar esta questão é porque as coisas não estão bem, se as coisas não estão bem e não estás feliz, acaba. Há gente que se atrela anos a relações que não valem nada porque temem ficar sozinhas ou acham que nunca mais vai aparecer alguém. Eu acho o contrário, quanto mais tempo estiveres presa a algo que não te completa, é tempo que perdes com quem o fará.
Agora senti-me a Maya.
Marisa: Preferias ter a pele azul (mas não azul tipo Smurf, um azul acinzentado com ar de fungo exótico) ou casar-te com o Passos coelho?
Eu gosto de azul, sabes.
Carla M: Com a crise que vai por aí, emigrar é uma possibilidade para ti?
Sim. Já o é há alguns anos.
Anónimo: murder não é propriamente uma pergunta q te quero fazer, mas tenho saudades das coisas q escrevias, adora vir ao pc, e vir ao teu blog..agora não páras muito por aqui, e estás mais ligada ao facebook, porquê que mudas-te? :((
Não sei, acho que não tenho tido tanto tempo para escrever e no FB as coisa tornam-se mais fáceis, uma vez que o actualizo com uma certa facilidade pelo telemóvel. Mas ainda não abandonei isto, okay?
Anónimo: Porque te armas em antisocial quando tens um ar de anjinha?
Porque uma coisa não tem de facto a ver com a outra, a minha falta de skills sociais não se espelha no meu aspecto.
Anónimo: Qual foi a média de secundário que tives-te?
16.9
Nês: E em relação a esta crise toda (de valores e económica) qual a tua posição?
A minha posição é que desisti de falar sobre politica, é algo que entristece toda a gente, não o voltarei a fazer, nem aqui nem no FB.
Enfant Terrible: Se a Miss Murder tivesse licença para matar, mas apenas uma bala para usar, quem seria o alvo?
Porquê só uma bala? A morte com um tiro torna-se praticamente indolor, se só tiveres uma bala então, quase nem podes ver a pessoa a esvair em sangue à tua frente, porque não uma motosserra?
Miúda: Já tiraste a carta?
Não. Entretanto passou o prazo entre o código e a condução e tenho de tirar tudo outra vez, eu até que acredito no destino por isso creio que seja melhor só me meterem a carta na mão quando souber de facto conduzir. E já agora, também dormes com quem queres e fazes o que te apetece?
Pipoca Mais Picante: Qual é o sentido da vida?
A piada está em não encontrarmos qual o sentido, right? Mas tenho para mim que cada qual encontra o seu próprio sentido ao longo do caminho.
$hort: Qual a personagem - real ou fictícia - que mais te fascina?
Himura Kenshin, embora também goste do Spiderman
dom: O que te aconteceu de tão mau para tratares com tanta indiferença e por vezes insensibilidade a certas situações que tens que lidar com algumas pessoas ao teu redor?
Esta pergunta não está lá muito bem formulada, mas vou tentar responder o melhor possível. Vamos lá a ver, uma coisa é tratar com insensibilidade e outra, completamente diferente, é não dar confiança. Eu não dou confiança. E não porque me tenha acontecido algo no passado que me leve a desconfiar dos outros, simplesmente não sou muita “dada”.
Anónimo: Tens dupla personalidade ou algo do género? Es uma pessoa completamente diferente do que transmites neste blog?
Não, a dupla personalidade é uma patologia altamente grave, as pessoas agora porque têm acesso à Internet acham que toda a gente é bipolar e com dupla personalidade e diagnosticam-se umas às outras com esquizofrenia é hilariante.
Mas não, sou praticamente igual, claro que no dia-a-dia não me posso comportar com tanta “frontalidade”, (não encontro palavra melhor) quanto o faço num blog. E obviamente que nem posso tratar tudo tão na brincadeira, isto é um blog a minha vida tento-a levar um bocado mais a sério, não muito, mas consideravelmente.
Bandida: Vais fingir que não viste o meu comentário e eu vou fingir que não vi o teu a dizer que já chegava e vou fazer a questão, ok? :P Quais são os teus "guilty pleasures"?
Vá, tiveste piada, e os meus guilty pleasures, focam-se principalmente em ouvir música da que não interessa a ninguém e comprar coisas que não servem realmente para nada.
Ham, tenho de fazer isto mais vezes que até é giro.
Perguntem, perguntem que eu respondo
Lembram-se de há uns tempos eu fazer aqueles posts em que vocês perguntavam coisas e eu respondia?
Quer dizer, devo ter feito isso uma vez, mas não interessa nada, a realidade é que eu não tenho parado muito por aqui, e não é que tenha saudades, se calhar até as tenho e que passamos de 2000 visitas diárias para umas 40, e que provavelmente ninguém vem aqui, okay, nem eu aqui venho, mas...
O que é que acham de perguntar coisas?
Perguntem, dilemas, curiosidades, opiniões, decisões, conselhos, não, conselhos é melhor não, sou má a dar conselhos... mas tudo o resto, perguntem.
PS: Se ninguém perguntar nada eu apago isto de fininho, e finjo que tal post nunca existiu...
Quer dizer, devo ter feito isso uma vez, mas não interessa nada, a realidade é que eu não tenho parado muito por aqui, e não é que tenha saudades, se calhar até as tenho e que passamos de 2000 visitas diárias para umas 40, e que provavelmente ninguém vem aqui, okay, nem eu aqui venho, mas...
O que é que acham de perguntar coisas?
Perguntem, dilemas, curiosidades, opiniões, decisões, conselhos, não, conselhos é melhor não, sou má a dar conselhos... mas tudo o resto, perguntem.
PS: Se ninguém perguntar nada eu apago isto de fininho, e finjo que tal post nunca existiu...
sexta-feira, setembro 7
Hoje vou ensinar a blogosfera a ignorar/desprezar comentários anónimos maldosos:
PS: Viram? É assim.
Não é a escrever longos textos sobre como não vos incomoda e como vocês nem querem saber do que pensam, nem como isso vos passa completamente ao lado, nem como nem vos afecta, nem como os comentários são provenientes de pessoas maldosas/coitadinhas/poucochinhas/que não devem ter amor em casa.
Não.
Desprezar é desprezar, foudasse.
quinta-feira, agosto 30
Da série: Eu não consigo acabar de ler isto
Há algum tempo decidi que iria ler todos os grandes clássicos da literatura, independentemente do tempo que levasse. Optei por não ler só aqueles que já fossem considerados bons livros, mas principalmente aqueles que os meus amigos e conhecidos me recomendassem como sendo realmente bons.
Nesta minha aventura, já tenho apanhado basicamente de tudo, e não sei como é que funciona com vocês, mas no meu caso quando o livro me parece mau logo nas primeiras páginas, dou o beneficio da dúvida e leio mesmo assim mais um capitulo ou dois, às vezes acabo inclusive por ler o livro todo à espera que a história melhore e ela não melhora. Mas regra geral, como já disse, dou sempre uma segunda oportunidade aos livros, especialmente porque há histórias que lemos melhor em determinadas alturas da nossa vida do que outras, por isso deixar um livro de lado para ser quando faça mais nexo, é um motivo válido.
Contudo há coisas que eu não faço a mínima ideia de como é que algum dia foram sequer publicadas, levando-me a criar a lista de:
- Livros que nos fazem pensar "Epah, eu não consigo ler esta merda"
E começamos logo por um "Clássico" de seu nome Lolita, escrito por um Russotarado e pedófilo chamado Vladimir Nabokov.
Sério, comecei a ler aquilo ontem e desisti após as primeiras nem 15 páginas, com a minha maior cara de "What The Fuck?" depois do homem escrever algo como "Não entendo como é que a sociedade reprova um romance entre um adulto e uma rapariga de 12 anos, mas não com uma de 16".
Ora deixa lá ver, oh velho nojento, se calhar é porque a rapariga de 12 anos... é uma criança! Que provavelmente ainda brinca com bonecas, velho seboso.
Eu nem li mais, e nem quero saber a história, bastou-me meia dúzia de linhas sobre as "ninfitas" como o pedófilo rebarbado as define, raparigas fresquinhas dos 10 aos 14 que me chegou.
Soube posteriormente que o tal Vladimir morreu na prisão, não faço ideia porquê, mas há horas felizes.
PS: Afinal é só a personagem que morre na prisão...
Pior livro de Sempre!
Nesta minha aventura, já tenho apanhado basicamente de tudo, e não sei como é que funciona com vocês, mas no meu caso quando o livro me parece mau logo nas primeiras páginas, dou o beneficio da dúvida e leio mesmo assim mais um capitulo ou dois, às vezes acabo inclusive por ler o livro todo à espera que a história melhore e ela não melhora. Mas regra geral, como já disse, dou sempre uma segunda oportunidade aos livros, especialmente porque há histórias que lemos melhor em determinadas alturas da nossa vida do que outras, por isso deixar um livro de lado para ser quando faça mais nexo, é um motivo válido.
Contudo há coisas que eu não faço a mínima ideia de como é que algum dia foram sequer publicadas, levando-me a criar a lista de:
- Livros que nos fazem pensar "Epah, eu não consigo ler esta merda"
E começamos logo por um "Clássico" de seu nome Lolita, escrito por um Russo
Sério, comecei a ler aquilo ontem e desisti após as primeiras nem 15 páginas, com a minha maior cara de "What The Fuck?" depois do homem escrever algo como "Não entendo como é que a sociedade reprova um romance entre um adulto e uma rapariga de 12 anos, mas não com uma de 16".
Ora deixa lá ver, oh velho nojento, se calhar é porque a rapariga de 12 anos... é uma criança! Que provavelmente ainda brinca com bonecas, velho seboso.
Eu nem li mais, e nem quero saber a história, bastou-me meia dúzia de linhas sobre as "ninfitas" como o pedófilo rebarbado as define, raparigas fresquinhas dos 10 aos 14 que me chegou.
Soube posteriormente que o tal Vladimir morreu na prisão, não faço ideia porquê, mas há horas felizes.
PS: Afinal é só a personagem que morre na prisão...
Pior livro de Sempre!
quarta-feira, agosto 29
É assim a vida
Fui à Sephora comprar um eyeliner, chego lá, pretendendo não perder muito tempo, pergunto à raparigada da loja:
- Pode dizer-me onde é que estão os eyeliners?
Rapariga:
- Quer da Séfórra?
Eu:
- Ham?
Rapariga:
- Da Séfórrrá?
Eu:
- Ah, da marca da loja, pode ser.
Ela, entrega-me o eyeliner e diz:
- Experimente, experimente, porque esse é mais difícil de fazer o risco se calhar é melhor comprar um de caneta.
Agarro aquilo e faço o risco na pálpebra superior, como faço normalmente sem qualquer dificuldade. Pronto está bem, parece que sofro de Parkinson tremo-me toda e aquilo fica sempre péssimo.
Vira-se a rapariga e diz:
- Se calhar é melhor eu dar um jeitinho, empreste aí...
E enquanto retoca o risco junta a pergunta:
- Quer que lhe faça um bico?
Sendo eu uma mulher, não fiquei extraordinariamente entusiasmada, tendo retorquido com estranheza um:
- Hãm?
-... Um biquinho assim no canto do olho como se usa?
Eu, algo aliviada:
- Pode ser.
A rapariga aproxima-se faz os tais bicos e corrige o risco demorando uns bons minutos, pensando eu que era para ficar perfeito, pego no eyeliner e dirijo-me à caixa para pagar. Obviamente nem conferi o que ela me tinha feito.
Então a rapariga trabalha numa loja de maquilhagem, prontifica-se para me fazer o risco cheia da confiança, a maquilhagem dela não estava má de todo. Pensei estar nas mãos de uma profissional... Não poderia estar mais enganada.
Quando chego à casa de banho, algum tempo depois e bem longe da "Sefórrá", constato que estou uma versão da Amy Winehouse, em mau, em muito mau, sendo que tenho os cantos do eyeliner esticados até as orelhas e um deles para além de muito torto, está consideravelmente maior que o outro. Uma coisa grotesca.
No pânico, tento retirar aquilo com água e papel higiénico os "biquinhos" obviamente se esfregasse o olho todo ficava a parecer o Joker e não me apetecia, mas em vão... aquilo é super, hiper, fodasse de resistente à água. Penso:
"Bem, ça foda, meto os óculos de sol, ninguém repara"
Mas depois penso melhor:
"Não vou meter os óculos de sol, estou num espaço fechado, vou parecer o Pedro Abrunhosa, vai ser pior a emenda do que o soneto."
Decidi então aceitar a minha condição e presentear-me, assim que sai da casa de banho, com um pacotinho de bolacha carregadas de chocolate já meio derretidas que tinha na mala para diminuir a infelicidade. Eis que não quando, observo ao fundo do corredor um amigo do meu irmão daqueles giros por sinal, a minha primeira reacção, foi obviamente a mais idiota possível, enfiar a bolacha toda na boca, pensado conseguir dar a volta àquilo antes de me cruzar com ele.
Estava errada, novamente.
No segundo seguinte ali estava eu versão hamster Winehouse, a lançar um género de grunhidos incompreensíveis enquanto encolhia os ombros e abanava a cabeça.
É assim a vida.
- Pode dizer-me onde é que estão os eyeliners?
Rapariga:
- Quer da Séfórra?
Eu:
- Ham?
Rapariga:
- Da Séfórrrá?
Eu:
- Ah, da marca da loja, pode ser.
Ela, entrega-me o eyeliner e diz:
- Experimente, experimente, porque esse é mais difícil de fazer o risco se calhar é melhor comprar um de caneta.
Agarro aquilo e faço o risco na pálpebra superior, como faço normalmente sem qualquer dificuldade. Pronto está bem, parece que sofro de Parkinson tremo-me toda e aquilo fica sempre péssimo.
Vira-se a rapariga e diz:
- Se calhar é melhor eu dar um jeitinho, empreste aí...
E enquanto retoca o risco junta a pergunta:
- Quer que lhe faça um bico?
Sendo eu uma mulher, não fiquei extraordinariamente entusiasmada, tendo retorquido com estranheza um:
- Hãm?
-... Um biquinho assim no canto do olho como se usa?
Eu, algo aliviada:
- Pode ser.
A rapariga aproxima-se faz os tais bicos e corrige o risco demorando uns bons minutos, pensando eu que era para ficar perfeito, pego no eyeliner e dirijo-me à caixa para pagar. Obviamente nem conferi o que ela me tinha feito.
Então a rapariga trabalha numa loja de maquilhagem, prontifica-se para me fazer o risco cheia da confiança, a maquilhagem dela não estava má de todo. Pensei estar nas mãos de uma profissional... Não poderia estar mais enganada.
Quando chego à casa de banho, algum tempo depois e bem longe da "Sefórrá", constato que estou uma versão da Amy Winehouse, em mau, em muito mau, sendo que tenho os cantos do eyeliner esticados até as orelhas e um deles para além de muito torto, está consideravelmente maior que o outro. Uma coisa grotesca.
No pânico, tento retirar aquilo com água e papel higiénico os "biquinhos" obviamente se esfregasse o olho todo ficava a parecer o Joker e não me apetecia, mas em vão... aquilo é super, hiper, fodasse de resistente à água. Penso:
"Bem, ça foda, meto os óculos de sol, ninguém repara"
Mas depois penso melhor:
"Não vou meter os óculos de sol, estou num espaço fechado, vou parecer o Pedro Abrunhosa, vai ser pior a emenda do que o soneto."
Decidi então aceitar a minha condição e presentear-me, assim que sai da casa de banho, com um pacotinho de bolacha carregadas de chocolate já meio derretidas que tinha na mala para diminuir a infelicidade. Eis que não quando, observo ao fundo do corredor um amigo do meu irmão daqueles giros por sinal, a minha primeira reacção, foi obviamente a mais idiota possível, enfiar a bolacha toda na boca, pensado conseguir dar a volta àquilo antes de me cruzar com ele.
Estava errada, novamente.
No segundo seguinte ali estava eu versão hamster Winehouse, a lançar um género de grunhidos incompreensíveis enquanto encolhia os ombros e abanava a cabeça.
É assim a vida.
sábado, agosto 25
A Margarida Rebelo Pinto e as outras
Há dias questionei-me do porquê de ter vindo outra vez à baila aquele artigo mentecapto que a MRP tinha escrito em 2010 sobre as "gordinhas", poderia dar-vos o link, mas não me apetece ir procurar. Compreendi agora o que se passou, não bastou aquele acesso psicopata e escrever aquela merda, como 2 anos depois vem recordar-nos que não foi apenas um acesso, mostrando um certo orgulho naquilo.
Ora vivemos numa sociedade que prima pela luta pela igualdade, aceitação... por quebrar o preconceito.
E vem de lá esta atrasada mental com uma acesso de fúria descontrolada contra a gorda, esse animal, ninguém sabe muito bem porquê, mas vamos lá dissecar isto:
"Estava completamente rodeada de obesas (...) eram 300, 100, 80 mulheres obesas, felicíssimas"
Tradução, é gorda tem necessariamente de estar infeliz com essa situação e mostrá-lo publicamente, nada de andar feliz na rua, o que é que é isso? Mas que falta de respeito para com as pessoas que se ofendem com a sua gordura.
"Aquilo fez-me um bocado impressão, porque para além de serem obesas passaram o dia a comer"
Que vergonha... COMER!
"E elas para além de serem muito gordas tinham uns bikinis(..)"
Toda a gente sabe que gorda que é gorda deve ir para a praia de burka, não pode apanhar sol. Deve mostrar-se muito triste, reclusa e fechada dentro de uma qualquer tenda de praia, não vá ofender as MRP do nosso país.
" A gordinha, como ninguém lhe pega, que é um bocadinho a enjeitada (...) É optima para sair à noite, para trazer umas amigas giras!"
A gorda não tem personalidade, nem maneiras, nem educação, só serve para atrair gajas boas, é chamado o isco gordo.
"Podem apanhar grandes bebedeiras, podem dizer imensos disparates, porque toda a gente tem muita pena delas"
Ou seja, ser gordo é o equivalente a ter uma doença em estado terminal ou assim...
O que esta nossa amiga demonstra com isto é que toda a vida se condicionou a fazer aquilo que realmente queria, em prol de impressionar os homens que aparentemente, mesmo assim, acabavam por escolher a gorda.
Agora se me dão licença vou só ali mijar de pé, dizer uns palavrões... ou então não, vou antes vestir a burka e levar uns guardanapos de papel que hoje convidaram-me para ir à praia e a praia dá-me fome e se tenho fome engordo, e se engordo tenho de chorar...
Ai ser gorda é uma canseira!
Ora vivemos numa sociedade que prima pela luta pela igualdade, aceitação... por quebrar o preconceito.
E vem de lá esta atrasada mental com uma acesso de fúria descontrolada contra a gorda, esse animal, ninguém sabe muito bem porquê, mas vamos lá dissecar isto:
"Estava completamente rodeada de obesas (...) eram 300, 100, 80 mulheres obesas, felicíssimas"
Tradução, é gorda tem necessariamente de estar infeliz com essa situação e mostrá-lo publicamente, nada de andar feliz na rua, o que é que é isso? Mas que falta de respeito para com as pessoas que se ofendem com a sua gordura.
"Aquilo fez-me um bocado impressão, porque para além de serem obesas passaram o dia a comer"
Que vergonha... COMER!
"E elas para além de serem muito gordas tinham uns bikinis(..)"
Toda a gente sabe que gorda que é gorda deve ir para a praia de burka, não pode apanhar sol. Deve mostrar-se muito triste, reclusa e fechada dentro de uma qualquer tenda de praia, não vá ofender as MRP do nosso país.
" A gordinha, como ninguém lhe pega, que é um bocadinho a enjeitada (...) É optima para sair à noite, para trazer umas amigas giras!"
A gorda não tem personalidade, nem maneiras, nem educação, só serve para atrair gajas boas, é chamado o isco gordo.
"Podem apanhar grandes bebedeiras, podem dizer imensos disparates, porque toda a gente tem muita pena delas"
Ou seja, ser gordo é o equivalente a ter uma doença em estado terminal ou assim...
O que esta nossa amiga demonstra com isto é que toda a vida se condicionou a fazer aquilo que realmente queria, em prol de impressionar os homens que aparentemente, mesmo assim, acabavam por escolher a gorda.
Agora se me dão licença vou só ali mijar de pé, dizer uns palavrões... ou então não, vou antes vestir a burka e levar uns guardanapos de papel que hoje convidaram-me para ir à praia e a praia dá-me fome e se tenho fome engordo, e se engordo tenho de chorar...
Ai ser gorda é uma canseira!
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