sábado, agosto 20

E a Pólo segue, segue, segue

Acho que ninguém compreendeu muito bem como é que a Pólo Norte caiu de pára-quedas aqui no blog, pois bem eu sou muito má nas explicações, mas vou tentar enquadrar-vos na lógica da coisa.

A Pólo anda pela umbigosfera de blog em blog a fazer uma fodástica (isto não existe pois não?) tour turística intitulada "Volta ao Verão em Quadripolaridades" e após esta paragem, continuará por aí a animar-nos.

Isto está a ficar péssimo não está?
Eu avisei-a que era desastrosa a explicar coisas, mas não importa nada, porque agora vocês vão ter de adivinhar qual será a próxima paragem da Pólo, eu dou pistas… eu sou boa a dar pistas…

Chegaram lá?

Estava para fazer um trocadilho com o "nascido" mas todas as imagens de nascimentos que encontrei afugentariam os meus 4 leitores...

quarta-feira, agosto 10

Men whose perfection made it impossible for me to fall in love with normal people #9

Adam Levine

Embora este novo video me faça questionar um pouco a sexualidade do homem* (olhem para ele no 2º e 3º gif todo diva). But he's really, really hot, and he got the moves like Jagger!

*Sim, eu sei que ele já namorou com modelos e mimimi, embora isso para mim não queira dizer nada, que houve uma altura em que toda a gente dizia que o Ricky Martin era um machão e sempre tive um radar para estas coisas.

Enfim, gay ou não...

terça-feira, agosto 9

Say hello to Jules


"A dog has no use for fancy cars or big homes or designer clothes. A waterlogged stick will do just fine. A dog doesn’t care if you are rich or poor, clever or dull, smart or dumb. Give him your heart and he will give you his. How many people can you say tha aboutt? How many people make you feel rare, pure and special? How many people can make you feel extraordinaire?"

quinta-feira, agosto 4

Top- Músicas lamechas de grande qualidade (que não temos vergonha de que os nossos vizinhos também oiçam)

A quem é que não apetece, de vez em quando, ouvir uma musiquinha daqueles bem lamechas?

Nestas alturas acabamos por cair no erro de ouvir coisas tão más, mas tão más, que nos fazem optar por headphones e mesmo assim verificar constantemente se não há ninguém que as consiga ouvir evitando-nos deste modo explicações embaraçosas futuras.

Essas situações deixarão de existir, quando vos revelar a minha lista pessoal de:


Músicas lamechas de grande qualidade (que não temos vergonha de que os nossos vizinhos também oiçam)

1- Nick Cave & The Bad Seeds - Into My Arms
Tenho uma amiga chamada Marta que é completamente louca (não consigo encontrar adjectivo melhor mesmo) pelo Nick Cave. Então costumo dizer-lhe que ela pode ficar com ele, que eu fico com o filho, ficamos em família e de vez em quando trocamos para não nos entediarmos.

Coisas extremamente estúpidas à parte, esta é das músicas lamechas, provavelmente a mais bonitas que alguma vez foi escrita. Talvez seja porque mostra uma forma de amor pura, perfeita, não sei, é bonita e pronto.
“I don't believe in an interventionist God
But I know, darling, that you do
But if I did I would kneel down and ask Him
Not to intervene when it came to you
Not to touch a hair on your head
To leave you as you are
And if He felt He had to direct you
Then direct you into my arms”
E a voz dele é fantástica, para juntar a tudo o resto.

2- Pearl Jam - Just Breathe
Antes de tudo o Eddie Vedder é dos meus vocalistas e compositores favoritos. Dito isto e seguindo a mesma lógica que sigo com The Strokes, Queen e outras banda: Se não gostam de Pearl Jam eu não gosto de vocês algo de muito errado se passa com o vosso gosto musical.
Esta música é tão bonita, uma pena se ter tornado tão popularucha, quando há musicas muito mais interessantes em álbuns antigos dos Pearl, mas esta é sem dúvida das mais lamechas.
“Did I say that I need you?
Did I say that I want you?
Oh, if I didn’t now I’m a fool you see,..
No one knows this more than me.”

3- Otis Redding - These Arms Of Mine

Quando estava à procura desta música encontrei uma com um género de mix, sei lá, em que juntavam Otis Redding, kanye west e Jay-z. Acho, depois de ter ouvido aquilo, que o pobre Otis deve ter dado umas 3 voltas no túmulo com o desgosto. Adiante…
Otis Redding é o Rei das músicas lamechas de qualidade, escolhi esta mas creio que podia ter escolhido qualquer música dele, o resultado seria o mesmo.
“These arms of mine
They are lonely, lonely and feeling blue
These arms of mine
They are yearning, yearning from wanting you”

4 - Reo Speedwagon - I Can't Fight This Feeling Anymore
Se alguém me disser que a versão do Glee desta música é muito melhor, eu respondo que a versão morta de vocês, também é bem melhor.
Oiçam mas é as versões originais das músicas. Especialmente porque em 80% das vezes são superiores aos covers, e só estou a ser simpática nesta percentagem porque a versão desta música do Dean Winchester, é qualquer coisa...
Mas a música em si é bonita que eu sei lá, há que admitir.
“And even as I wander,
I'm keeping you in sight.
You're a candle in the window,
On a cold, dark winter's night.
And I'm getting closer than I ever thought I might.”

To be continued…

quarta-feira, agosto 3

Tema Super

Super e bonito.

segunda-feira, agosto 1

Esta coisa fascinante que é pintar o cabelo em casa

Como já devem saber as cabeleireiras desgraçam-me sempre o cabelo, então desta vez decidi ser eu própria a fazer a desgraça e pintar as pontas do meu cabelo em casa.

Estava a pensar em obter um look género “dip dye hair” em roxo, mas tinha de ser mesmo roxo vivo. Assim sendo decidi ir a 30 lojas de produtos de cabeleireiro em busca da cor ideal, todas elas me diziam que essas cores assim fortes não se vendem muito em Portugal, assim sendo não encomendavam. Decidi então, mandar vir a tinta da minha pátria amada pelo e-bay e gastar praticamente uma fortuna nos portes.

Como o meu cabelo é muito escuro tive de o descolorar primeiro para loiro nas pontas para depois colocar a tinta roxa, tendo noção de que sou muito, mas muito pouco jeitosa para este género de coisas, o loiro até não correu mal,  tirando a parte de que logo ao começar ia morrendo intoxicada com o cheiro do descolorante, a sério aquilo é mortal e ainda por cima só depois de ter inalado aquilo durante mais tempo do que me orgulho é que li no papel as letras garrafais “não inalar” ah, e quando estava a tentar averiguar de o cabelo já estava claro mandei a ponta do cabelo empastada em descolorante contra o olho aberto fazendo efeito chicote, adiante… Após o cabelo ficar loiro espeto-lhe o roxo.

Tenho de fazer aqui uma pausa para vos explicar uma coisa bastante curiosa sobre a minha pele, ela absorve tudo. Descobri quando tinha uns 9 anos a minha mãe me mascarou de palhaço para o Carnaval e os 3 quilos de batom vermelho que ela me colocou em volta da boca demoraram mais coisa menos coisa 3 semanas a sair finalmente da minha cara, tendo eu sido sujeita a 3 semanas de chacota pelas criancinhas da escola primária.

E estou a contar isto porque um pequeno pedaço de tinta que me caísse na pele me traria dificuldades futuras quando chegasse a hora de o remover, o que eu não contava era que o cabelo ficasse leve com a tinta, o que fazia com que cada vez que me virasse para colocar mais tinta, as pontas do cabelo me pintassem os braços que nem um pincel, que resultou posteriormente num cenário Dantesco porque fiquei com os ombros e metade dos braços com vergastadas roxas que faz com que pareça sofredora da síndrome de Munchausen…

Conclusão:

Paguei uma fortuna pelo descolorante e pela tinta, estraguei duas toalhas e uma camisola, pintei 90% das coisas da casa de banho, incluindo o bidé (não sei como), os meus braços vão andar tapados agora durante umas semanas até a tinta sair completamente, para  que ninguém pense que me mutilo, as minhas mãos estão todas roxas, porque embora tenha utilizado luvas retirei-as no fim quando já estava a lavar o cabelo, ou seja as minhas mãos parecem as da Violet Beauregarde quando se transforma em amora no filme Charlie and the Chocolate Factory.

Ah, então mas e o cabelo, como ficou, valeu a pena?
Como está o resultado final?
Image and video hosting by TinyPic

Roxo nem vê-lo, está igual ao que estava!

Não me apanham noutra destas não.